19.10.15

Crítica: Mad Max - Estrada da Fúria

Mad Max - Estrada da Fúria
Warner Bros


Mad Max- Estrada da Fúria é um filme dirigido por George Miller, que conta a história de uma guerra por água e gasolina em um mundo distópico, após a Imperatriz Furiosa causar uma discórdia com Immortan Joe, a busca por ela inicia e Max se vê no meio de uma batalha.

Quarto filme que conta histórias do Max Rockatansky esse é um filme de ação diferente dos outros -os três filmes antigos estrelados por Mel Gibson também destoam dos outros filmes do gênero- mas esse novo filme tem uma diferença, o papel da mulher é sensacional.




Aqui a mulher faz todo o papel que costumeiramente o homem faz nos filmes de ação e sendo assim o filme se torna uma demonstração de igualdade. Mulheres salvam o dia, tomam cidades, agregam homens, fazem planos, salvam os homens na maioria das vezes e o filme mostra algo que todos temos que saber é que a mulher pode fazer exatamente as mesmas coisas que um homem, desde beber um copo da água até dirigir um carro a uma velocidade insanamente alta.

Com sequencias de ação incrivelmente bem rodadas e nas quais o público sabe o que está acontecendo exatamente em cena, esse capitulo da saga de Max pode ser considerado o melhor deles, por dois motivos: o primeiro é porque mostra um pensamento atual que é o da disputa por água e por gasolina e o segundo (e o mais importante e incrível) e que o filme é igualitário, e que a história principal aqui não é a do Max e sim a de todas as mulheres presentes, mas com um destaque para a Furiosa.


Que tenhamos mais filmes feministas assim, porque ta pouco.

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