19.6.17

Lista: Meus Filmes Nacionais Preferidos


Quem me conhece sabe, além de um apaixonado por cinema, sou um fã do cinema nacional. Apesar do que muitas pessoas pensam, o cinema daqui é riquíssimo, abordando nossa cultura variada de formas diferentes. Tivemos grandes diretores, como Glauber Rocha, Ruy Guerra, Nelson Pereira dos Santos.

E, felizmente, ainda temos grandes realizadores por ai, como Fernando Meirelles, Kleber Mendonça Filho, Anna Muylaert, e vários outros. Após este breve panorama, destaco que hoje é dia do Cinema Brasileiro e aproveito para listar alguns dos meus filmes preferidos. 


12.6.17

Crítica: A Bela e a Fera

A Bela e a Fera
Imagem do Portal UOL


Na indústria atual, vemos cada vez mais remakes e prequels de histórias já consagradas, do que novas criações e histórias. É claro que é um tanto mais fácil, em qualquer área, trabalhar já com uma base, mas, um exagero está ocorrendo na forma como os filmes estão deixando de ser novos, para serem recriações. Isso é cada vez mais comum no cinema chamado “comercial”.

Logo, quando a versão live action de “A Bela e a Fera” foi lançada, eu fiquei ao mesmo tempo feliz, pois gosto da história e sempre quis ver como iria funcionar com pessoas de carne e osso, e triste, porque, mais uma vez, algo novo deixou de ser criado para dar atenção e espaço a algo já conhecido e consolidado.


5.6.17

Crítica: A Morte de Luis XIV

A Morte de Luis XIV

No cinema, há uma grande parte do mercado reservada a contar historias de personalidades, muitas delas são de personagens da história, como é o caso aqui. “A Morte de Luis XIV” dirigido por Albert Serra, fala do período final da vida de um dos reis franceses mais conhecidos. A projeção retrata os últimos quatro dias da vida do monarca.

O filme pede ao público que saiba da história de Luis XIV de antemão, logo, por esse motivo, não funciona como obra independente, a obra não explica em nenhum momento o contexto daquele momento histórico e o que significaria a morte do rei, no caso, o começo do fim do absolutismo francês.


29.5.17

Crítica: Belos Sonhos

Belos Sonhos


É difícil escrever sobre “Belos Sonhos”, novo filme de Marco Bellochio, ultimo homenageado na Mostra Internacional de São Paulo, focando em seus aspectos técnicos. Não que eles sejam ruins, inclusive, muito pelo contrário, a parte técnica do filme contribui para a beleza de sua história.

História de Massimo Gramellini, jornalista do “La Stampa”, que perdeu a mãe com 9 anos. A vida dele mudou totalmente daquele período em diante. Ele se viu sozinho, triste, e sem nenhuma perspectiva do que fazer.


22.5.17

Crítica: Estados Unidos pelo Amor



A solidão é algo que está presente na vida de toda pessoa, ela é algo tão maleável quanto um resfriado, vem de várias formas, não precisa de um momento certo para chegar, as vezes chega de repente, em alguns casos chega quando não nos cuidamos, mas, de uma forma ou de outra, ela está sempre ali, presente, calma e viva, apenas esperando o momento certo de aparecer.

“Estados Unidos pelo Amor” é um filme que tem como personagem principal a solidão, dentro da história de quatro mulheres que, mesmo completamente envolvidas em suas vidas, acabam por se conhecer, seja de forma direta ou indireta. E, essas quatro mulheres tem uma coisa em comum, enfrentar diariamente diferentes tipos de solidão.