19.8.19

Crítica: Entre Tempos

Crítica: Entre Tempos
Imagem: CineArt Filmes / DIVULGAÇÃO
É irônico o quanto as características de pessoas que conhecemos em nossas vidas e nos relacionamos, não necessariamente de forma amorosa, ficam na gente e em grau maior ou menor, dependendo do caso, ficam na gente pelos restos de nossas vidas. É irônico e triste, porque, em geral, queremos esquecer pessoas que ficaram para trás em nossos caminhos.

O uso de lembranças em obras é comum e se bem feito, cria obras memoráveis, “La Belle de Jour”, música de Alceu Valença é justamente sobre uma lembrança, no caso do cantor, “da moça bonita da praia de Boa Viagem” e no caso de “Entre Tempos”, filme dirigido e escrito por Valério Mieli, são as lembranças de um relacionamento que são passadas para a tela.

15.8.19

Crítica: Dor e Glória

Crítica: Dor e Glória
Dor e Glória
Imagem: Universal Pictures / DIVULGAÇÃO
“Dor e Glória” é sem dúvida alguma, o filme menos Almodóvar dos filmes de Almodóvar, porque ao invés de vermos algo que é engraçado ou pende mais para o bizarro e surreal, vemos algo pessoal, claramente autobiográfico e devido a isso, bonito.

É na figura de Salvador Mallo (Antônio Banderas) que o diretor espanhol se cria (ou recria). Acompanhamos a vida deste personagem, também diretor, enquanto este se lembra de coisas que aconteceram quando ele era criança, da relação com sua mãe, de como se tornou diretor e passou a ser o que é.

12.8.19

Crítica: Divino Amor

Crítica: Divino Amor
Divino Amor
Imagem: Vitrine Filmes / DIVULGAÇÃO
"Quem ama não trai, quem ama divide", poderíamos facilmente ter lido essa frase em diversos locais, independente da ideologia seguida por eles, mas, ao invés disso, a escutamos no novo filme de Gabriel Mascaro, "Divino Amor".

Essa frase é basicamente o mantra de Joana (Dira Paes), uma mulher que trabalha em um cartório e lida com divórcios, no caso, com o impedimento deles, já que no Brasil de 2027 os casais são impedidos de forma legal a se divorciarem, quase como que na idade média.

8.8.19

Crítica: Histórias assustadoras para se contar no escuro

Crítica: Histórias assustadoras para se contar no escuro
Histórias assustadoras para se contar no escuro
Imagem: Diamond Films / DIVULGAÇÃO
“Histórias curam, histórias machucam”. Essa frase, que inicia o filme “Histórias assustadoras para se contar no escuro”, dirigido por André Ovredal, resume um pouco da protagonista, Stella, interpretada por Zoe Colletti e moradora da cidade de Mill Valley.

Junto com seus amigos Auggie (Gabriel Rush), Chuck (Austin Zajur) e Ramon (Michael Garza), eles passam a tentar descobrir a história de Sarah Bellows, moradora da cidade, que foi presa em casa e considerada louca pelos seus pais. Ela se distraia escrevendo histórias em um livro, histórias essas que aconteceram de verdade, envolveram desaparecimentos e mortes. Com a tentativa de descobrir o mistério, outras histórias começam a ser escritas no livro, dessa vez envolvendo os amigos de Stella.

5.8.19

Crítica: Retrato do Amor

Crítica: Retrato do Amor
Retrato do Amor
Imagem: Califórnia Filmes / DIVULGAÇÃO
Às vezes, o amor vem das formas mais improváveis e inesperadas. No caso de Rafi (Nawazuddin Siddiqui) e Miloni (Sanya Malhotra), o sentimento veio quase que unicamente da pressão.

Na cultura indiana, o casamento é levado como uma forma de atingir, ou, no caso de pessoas que não são ricas, de passar uma imagem de sucesso, por isso, Rafi mesmo sendo pobre e mal tendo dinheiro para se manter é pressionado a casar por sua avó e Milomi, é pressionada pela família de classe média.

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