10.12.18

Crítica: Nasce uma Estrela

Crítica: Nasce uma Estrela
Nasce uma Estrela
Imagem: DIVULGAÇÃO
Pensar em “Nasce uma Estrela” é pensar em uma história clássica do cinema estadunidense. Com três versões, em 1937, 1954 e 1976, fora alguns prêmios importantes, o filme é uma história musical e vêm cativando o público mundo afora.

Em 2018, a quarta versão deste mesmo filme foi lançada, desta vez, a obra é dirigida por Bradley Cooper, um dos roteiristas e também o protagonista masculino da projeção. O filme relata a história de amor entre Jackson Maine (Cooper) e Ally (Lady Gaga), ele um artista de sucesso e ela uma artista com a carreira em ascensão. Com o amor dos dois, também vem os problemas e todos eles envolvem o alcoolismo e a personalidade difícil de Jackson.

3.12.18

Crítica: O Beijo do Asfalto

Crítica: O Beijo do Asfalto
O Beijo no Asfalto
Imagem: AdoroCinema / DIVULGAÇÃO
Ao saber que veria “O Beijo no Asfalto”, dirigido e escrito por Murilo Benício, decido assistir ao filme de 1981, dirigido e escrito por Bruno Barreto, com Tarcísio Meira, Christiane Torloni e Ney Latorraca, para ver se no filme mais recente, haveria alguma similaridade, fora ambos serem uma adaptação da peça escrita por Nelson Rodrigues.

Como sempre faço anotações sobre os filmes que vejo, decidi reler as do filme de 81 para comparar com as do filme de 2018 e reparo que termino as anotações de ambos os filmes com o mesmo tópico: “O beijo que gera toda a trama principal, nunca é mostrado”.

25.11.18

Crítica: As Viúvas

Crítica: As Viúvas
As Viúvas
Imagem: Fox Film do Brasil / DIVULGAÇÃO
Se analisarmos toda a obra de Steve McQueen, “Fome” (2008), “Shame” (2011) e “12 Anos de Escravidão” (2013), vemos um certo padrão nas temáticas, os dois primeiros falam sobre os sofrimentos de um homem, em “Fome” algo que realmente aconteceu, assim como em “12 Anos de Escravidão” e em “Shame” sobre algo que acontece hoje em dia, mesmo que não saibamos disso.

Logo, ao assistir “As Viúvas”, sua nova obra, pode-se estranhar um pouco devido a mudança de padrão e mais do que isso, nos surpreendemos em como é feito um retrato social interessante e pertinente, mas, principalmente, pela desconstrução feita em filmes de assalto (heist movies, como são conhecidos), devido ao protagonismo feminino.

19.11.18

Crítica: Po

Crítica: Po
Po
Imagem: CineArt Filmes / DIVULGAÇÃO
É interessante como as pessoas não veem o mundo da mesma forma que a outra, mas, mesmo em casos que isso deveria ser obrigatório, como um pai tentando entender o que o filho autista sente, o egoísmo acaba prevalecendo de uma forma ou de outra, mesmo que o egoísta não saiba disso.

Isso descreve parte da história de “Po”, dirigido por John Asher, acompanhamos o personagem título, um menino de seus 11, 12 anos, que prefere ser chamado de Po, mas, na verdade se chama Patrick. Autista e provavelmente (até porque, não sou especialista) também com Síndrome de Savant, síndrome na qual a pessoa é muito inteligente, mas também com déficit de atenção, o menino, assim como o pai David (Christopher Gorham), lida com a morte da mãe. Po, tenta se adaptar e o pai precisa criar o filho sozinho.

12.11.18

Crítica: Sueño Florianópolis

Crítica: Sueño Florianópolis
Sueño Florianopólis
Imagem: VITRINE FILMES / DIVULGAÇÃO
A ideia contida dentro de “Sueño Florianópolis” não é ruim, e é raro ver ideias tão boas dentro de um filme, já que a proposta é contar uma história que mostra os mais velhos, mais ou menos na faixa dos 60 anos, vivendo a vida, aproveitando na medida de possível, com liberdades de todo tipo, ao contrário de muitos filmes existentes.

Como já diria Rogerinho do Ingá, “O idoso usa um tênis, faz amor, fuma um cigarro e limpa a piscina”, ou seja, vive de fato. A diretora Ana Katz, mostra justamente isso em “Sueño Florianópolis”, que conta a história de um casal argentino de psicanalistas, Pedro (Gustavo Garzón) e Lucrecia (Mercedes Morán), estão em uma viagem de férias com os filhos para Florianópolis. Na cidade, eles alugaram a casa de Marco (Marco Ricca), que mora com Larissa (Andréa Beltrão) e o filho Cesar (Caio Horowicz). Ambos os casais estão em processo de separação, uma que é saudável, já que ainda se dão bem.

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