22.10.20

Crítica: Nova Ordem

Crítica: Nova Ordem
Nova Ordem
Imagem: DIVULGAÇÃO

De certa forma, todo início de revolução (independente da ideologia e do motivo), é uma série de imagens fragmentadas, onde as pessoas tentam encontrar algum tipo de organização, ordem, para que possam seguir e executar aquilo que desejam, e as vezes, fazer aquilo que não desejam.

Foi inevitável para mim não pensar na Revolução Iraniana ao assistir o novo filme de Michel Franco, “Nova Ordem”. A revolução iraniana começa como um movimento apoiado e endossado pelo povo, feito por ele e para ele, quando vem a vitória, o povo descobre que foi enganado e acontece exatamente o oposto daquilo pelo qual lutaram.

21.10.20

Crítica: Kubrick por Kubrick

Crítica: Kubrick por Kubrick
Kubrick por Kubrick
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A maioria daqueles que pensam em Stanley Kubrick, quase que imediatamente o associam a uma imagem de diretor extremamente controlador e perfeccionista, que exigia muito de seu elenco e de sua equipe, para atingir o que considerava ser o melhor resultado para construir o filme.

Isso tem um motivo e por mais que Kubrick não fosse exatamente um doce de pessoa, ele também não era a figura controladora e obsessiva que pintavam dele e é isso que Gregory Monro, diretor de “Kubrick por Kubrick” quer mostrar, um pouco mais do que um dos diretores mais influentes da história de fato era.

20.10.20

Crítica: Mamãe, mamãe, mamãe

Crítica: Mamãe, mamãe, mamãe


Mamãe, mamãe, mamãe
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Apesar de a casa estar cheia, inclusive com muitas meninas da sua faixa de idade, Cléo, que deve ter seus 11 anos aproximadamente, está sozinha e não só está assim, mas como se sente assim, pois talvez ela seja a única de todas aquelas meninas que entenda o motivo da casa estar cheia. 

Dirigido e escrito por Sol Berruezo Pichon-Riviére, “Mamãe, mamãe, mamãe” conta a história de uma mãe que acabou de perder sua filha, que morreu afogada na piscina de casa. Vemos isso não pelo ponto de vista da adulta, mas sim pelo ponto de vista das crianças, que incluem Cléo (a protagonista real) e suas primas, todas entre 11 e 15 anos. 

19.10.20

Crítica: Suor

Crítica: Suor
Suor
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Atrás de cada celular são apenas pessoas que estão no controle dos aparelhos, por mais que a gente esqueça isso, é importante sempre lembrar desse fato. “Suor” faz o público se dar conta desse ponto muito bem e inevitavelmente causa empatia em qualquer pessoa que já tenha usado redes sociais alguma vez na vida. 

Dirigido e escrito por Magnus Von Horn, acompanhamos Sylwia, uma jovem mulher, personal trainer e digital influencer muito bem sucedida. Com milhares de seguidores e sempre presente nas redes, o filme acompanha sua jornada contra a solidão, que apesar do sucesso e da aparente vida perfeita, é bem frequente. 

18.10.20

Crítica: Bem vindo a Chechênia

Crítica: Bem vindo a Chechênia



Bem vindo a Chechênia
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Vivemos em um momento em que sermos nós mesmos é cada vez mais difícil e a luta pela liberdade é algo que as minorias qualitativas precisam fazer diariamente, porque só assim conseguirão ter o básico para viver.

Essa situação piora quando o lugar onde se vive proíbe que certas comunidades existam. Na Rússia e na Chechênia, os LGBTQIA+ são proibidos de existirem e são presos e torturados pelas forças do governo. "Bem vindo a Chechênia", dirigido e escrito por David France, conta essa história através de um grupo de ativistas LGBTQIA+ que ajudam pessoas a fugirem do país.

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