12.1.22

Reflexões sobre Pânico 5

Reflexões sobre Pânico 5

Pânico 5
Imagem: DIVULGAÇÃO / Paramount

Ao assistir "Pânico 5" tive a ideia de testar esse formato de texto, o mesmo formato de texto que um colega de profissão (e amigo) usou em um dos textos dele no ano passado, cujo link deixo aqui

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Apesar de me distrair e relaxar assistindo a franquia Pânico, nunca de fato gostei dos filmes com o mesmo fervor que boa parte do público. Não sei por que, mas me sinto culpado, cinema é inclusão e eu quero fazer parte do grupo, esse é um dos vários dos quais não faço. Não consigo sentir medo ou me divertir em plena experiência com os filmes de Wes Craven. Cinema é sobre sentir.

21.12.21

Crítica: Matrix Resurrections

Crítica: Matrix Resurrections

Matrix Ressurections
Imagem: DIVULGAÇÃO
Todo mundo precisa de um recomeço. Fiquei com esse pensamento na cabeça durante todo “Matrix Resurrections”, vivemos um momento difícil, pessoalmente e socialmente. A gente quer recomeçar, quer uma segunda chance, quer conseguir viver novamente e na maioria das vezes, não vamos conseguir.

Lana Wachowski precisou de um recomeço e o encontrou na arte. O que vemos nesse filme é não apenas uma ressureição no título, mas dois personagens que ajudaram a diretora a lembrar que existe vida fora da tristeza, tem amor, há esperança e algo no qual podemos nos agarrar.

23.11.21

Crítica: Casa Gucci

Crítica: Casa Gucci
Casa Gucci
Imagem: DIVULGAÇÃO

“Você atingiu o auge da mediocridade”, essa frase de Rodolfo Gucci, interpretado por Jeremy Irons em “Casa Gucci”, dita para o sobrinho Paolo (Jared Leto), é uma frase muito significativa, tanto para o filme, quanto para o personagem a qual o dizer se destina e a cena mostra uma das melhores coisas da obra, a atuação de Irons.

Dirigido por Ridley Scott, “Casa Gucci” é uma mistura de várias coisas e obras que fazem o espectador pensar que esse mix não faz muito sentido, por mais que o filme tenha uma ideia clara de contar uma história sobre ascensão e luta pelo poder. Concentrado na figura de Patrizia Reggiani (Lady Gaga), acompanhamos a história desta quando ela se apaixona (e casa) com Maurizio Gucci (Adam Driver), herdeiro da empresa de roupas que leva o sobrenome de sua família.

16.11.21

Crítica: Noite passada em Soho

Crítica: Noite passada em Soho

Noite passada em Soho
Imagem: DIVULGAÇÃO
“Londres é uma cidade difícil”, ao longo da trajetória de Ellie (Thomasin Mackenzie) em “Noite passada em Soho” essa frase e variações dela são ditas algumas vezes pelos personagens, que nunca se sentem confortáveis na cidade e expressam isso de maneira bem segura, seja para si mesmos ou para os outros.

Ellie descobre isso na pele no novo filme de Edgar Wright, quando se muda para Londres porque passou em uma conceituada faculdade de moda. Ao não se adaptar a república da faculdade e as pessoas daquele local, a jovem decide se mudar e passa a viver em um quartinho no bairro do Soho. Ela é uma jovem que tem a capacidade de ver fantasmas e suas histórias e passa a ver Sandie (Anya Taylor-Joy), sua vida de cantora e dançarina nos anos 60, se tornando cada vez mais próxima de tudo aquilo.

27.10.21

Mostra 2021: Ahed's Knee

Mostra 2021: Ahed's Knee

Ahed's Knee
Imagem: DIVULGAÇÃO
Em dado momento de “Ahed’s Knee”, vemos como a felicidade de Y, personagem principal do novo filme de Nadav Lapid nunca está no presente, sempre está no passado, da mesma maneira que as situações apresentadas a ele nunca são exatamente boas, seja devido a ele mesmo ou pelas pessoas ao seu redor.

Único motivo que temos para isso é a pressão sofrida pelo personagem na sua profissão. Y é um diretor de filmes, que foi a uma cidade pequena em Israel para um debate pós exibição de seu novo trabalho. Nessa viagem – que acompanhamos por 1h50 – vemos a trajetória do diretor em busca de felicidade e alívio, em meio as dúvidas que envolvem o seu trabalho e a situação política do país.

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