
![]() |
Imagem: Divulgação / Diamond Films |
Yorgos Lanthimos não é um diretor comum, e isso fica provado
a cada filme que ele faz. Desde seu “Dente Canino”, uma clara alegoria ao mito
da caverna, idealizado por Platão, passando por “O Lagosta”, projeção forte
sobre relacionamentos e a necessidade (ou não) de termos alguém para
compartilhar os problemas da vida.
Até que chegamos a esse "O Sacrifício
do Cervo Sagrado" e a obra do diretor sobe um nível, o que já era bom e
incomodo, fica melhor e mais incomodo, devido a inteligência do realizador em
buscar a imprevisibilidade utilizando os aspectos técnicos.