23.5.16

Crítica: Roma Cidade Aberta

Roma Cidade Aberta


Filme dirigido por Roberto Rossellini e lançado em 1945 conta a história de fugitivos do exercito nazista em uma Roma que estava sem nenhum dono por isso o “aberta” do titulo. É o primeiro filme da “Trilogia da Guerra” que é formada ainda por “Paisá” e por “Alemanha Ano Zero”.




Sem dúvida, um dos filmes mais importantes do neorrealismo italiano, não apenas por ter iniciado esse movimento e ter sido dirigido por um de seus grandes expoentes, mas também por sua história e o período na qual ela foi contada. Com uma cinematografia das melhores já feita, com atuações primorosas de todo o elenco e com uma história muito bem contada, a obra consegue ser perfeita tratando de um dos momentos históricos mais horríveis que a população mundial já sofreu.

Um dos filmes que faz parte da educação de um cinéfilo de acordo com um dos diretores contemporâneos mais bem sucedidos que é Martin Scorsese, o filme é essencial para todos aqueles que realmente amam a sétima arte em todas as suas formas de realização.

O filme foi premiado no Grand Prix do Festival de Cannes em 1946 e indicado ao Oscar de melhor roteiro, filme perfeito e histórico, em todos os sentidos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário