27.6.16

Crítica: A Regra do Jogo


A Regra do Jogo


Filme lançado em 1939, dirigido por Jean Renoir, e que conta a história de burgueses que vão passar um final de semana em uma mansão longe da cidade, caçando, fazendo festas, jantares e peças de teatro.




Projeção altamente critica mesmo o diretor não tendo essa intenção como o próprio expõe no começo do filme, a obra critica o capitalismo, mostrando as pessoas ricas que fazem parte da sociedade francesa como elas são: vazias, e claro mostrando a crueldade desnecessária contra os animais, a caçada é mostrada como um meio de diversão daquelas pessoas fúteis.

O filme fala algo que se mantem até hoje: todo mundo mente, as pessoas independentes de quem sejam fazem isso, e é uma afirmação acertada, pois todos nós, não o tempo todo, uns com mais frequência, outros com menos frequência, todos mentem.

Obra perfeita esteticamente, movimentos de câmera, enquadramentos, figurino, tudo é perfeito e correto, e o filme é coroado com belas atuações e entra na história com o terceiro ato, que realmente explica o significado da palavra “Tragédia”.

Portanto “A Regra do Jogo” é um filme que marcou época por todos esses aspectos e por mais alguns, que um curioso como eu não sabe como explicar.

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