20.6.16

Crítica: Asas do Desejo

Asas do Desejo


Filme lançado em 1987 dirigido por Wim Wenders, conta a historia de anjos que são capazes de ler os pensamentos das pessoas, e particularmente conta a historia de um deles que se apaixona por uma artista de circo.




Os anjos passam os dias escutando e estudando os pensamentos, desejos e angustias de cada pessoa e isso leva a reflexão de como nos não conhecemos o próximo, pois estamos muito preocupados com nossas coisas, com nossos desejos e o filme me fez perceber como nos vivemos numa sociedade egoísta e não altruísta como ela deveria ser.

Uma fala do filme me chamou a atenção-“A criança quando criança se pergunta ‘porque eu sou eu e não tu’” e é exatamente isso que resume a vida, nos poderíamos ser qualquer um, poderíamos ser o cineasta que fez esse filme, o filosofo que estudamos na aula, o padre, o motorista, poderíamos ser qualquer um, mas já que nós não escolhemos quem somos que pelo menos respeitemos um ao outro, que nós sigamos essa fala do filme “O essencial é apenas belo. Olhar a nós mesmos no espelho e ver-nos pensar”.

Ou seja, nos olhemos no espelho, vamos ver a gente pensar e refletir, e respeitar ao outro, porque o outro é tão belo quanto nós mesmos e é igualmente essencial para a vida em sociedade.

P.S: Esse filme teve em 1998 sua versão americana lançada, o filme “Cidade dos anjos” com Nicolas Cage e Meg Ryan.

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