18.7.16

Crítica: Aquele Que Sabe Viver

Aquele Que Sabe Viver


Filme italiano dirigido por Dino Risi e lançado em 1962, conta a história de um estudante de direito chamado Roberto (Jean-Louis Trintignant) quando esse conhece Bruno (Vittorio Gassman) e os dois passam a viajar juntos, aproveitando a vida da melhor maneira possível.




A obra mostra como a frase “Carpe Diem” que significa “Aproveite o momento” é relativa, Bruno vive perfeitamente bem aproveitando cada momento e isso fica exposto em uma fala na qual ele diz “Que a melhor idade é o hoje” e isso resume a vida dele, e o “Carpe Diem” no qual ele vive também prejudicou a sua vida pessoal, separado da mulher e mantém pouco contato com a filha e também não cultiva nenhum amigo, nem ao menos uma amizade construtiva e acaba encontrado em Roberto um jovem tímido mas um amigo real e fiel, mesmo com pouco tempo o conhecendo.

Mas o estilo de vida de Bruno ajuda a Roberto a ser uma pessoa melhor, no decorrer da viagem em que os personagens fazem, Roberto vai crescendo, se tornando uma pessoa mais comunicativa e mudando determinados hábitos, ele vai adquirindo o “Carpe Diem” na medida certa, mantendo sua inteligência e compostura nos momentos em que são necessários esses aspectos.

“Aquele que sabe viver” mostra como tudo em exagero é ruim, inclusive o aproveitar o momento, ha determinadas horas da vida nas quais o “Carpe Diem” não se encaixa e o que se encaixa é o “Inutilia Truncat” (Cortar o inútil).

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