29.8.16

Crítica: A Bela e a Fera


A Bela e a Fera

Filme de 1946, dirigido por Jean Cocteau, e que conta a história do conto clássico de uma Fera que se apaixona por uma mulher chamada Bela, que após o pai desta ter roubado uma rosa da casa da Fera, a filha dele é obrigada ir para a residência do monstro como cumprimento da pena.




Projeção perfeita em sua estética, e é uma metáfora para o sistema capitalista que domina o mundo atualmente, pois as irmãs, o irmão e o amigo deste, representam a ambição, o desejo insano por riqueza, os valores essenciais e nobres que nestas pessoas são mínimos, e na Bela e na Fera, a nobreza, o pouco desejo por riqueza (Apesar de a Fera ser riquíssima), mostram exatamente o que as pessoas são, aqueles que têm menos buscam ter mais através daquele principio de Maquiavel de ser pratico e buscar o poder sempre e, aqueles que já têm aquilo que querem buscam apenas ser felizes, e seriam felizes mesmo não sendo ricos.

“A Bela e a Fera”, é uma reprodução fiel do conto, e ainda junto com o pedido do diretor no começo do filme, ele pede que o público pense como as crianças já que elas acreditam em tudo, isso manteve a metáfora que a história quis passar, e também manteve o surrealismo que nela está presente.



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