19.9.16

Crítica: O Intendente Sansho

O Intendente Sansho


Filme dirigido por Kenji Mizoguchi, lançado em 1954 e que conta a história de uma família que foi completamente separada, o pai foi trabalhar em uma cidade distante, a mãe foi raptada e vendida para um bordel, os filhos foram vendidos a um cruel intendente chamado Sansho e viraram escravos.




A obra se passa no Japão feudal no século XI e mostra como uma família vivia naquela época e como fazia suas viagens, em uma dessas viagens acontecem alguns dos fatos citados acima e tudo isso é mostrado de forma crua, fria e talvez o filme por ser em preto e branco tenha deixado essas sensações muito mais claras, o filme é antigo e talvez o diretor não tenha pensado nesse aspecto da cor, mas vale a pena ressalta-lo.

Recheado de lições de moral (Uma delas da à tônica durante toda a projeção), “O Intendente Sansho” mostra como o governo sempre foi cruel com aqueles que são pobres ou com aqueles que eles julgam ser pobres, e isso infelizmente é algo que se manteve, dessa forma o filme permanece atual, não apenas para os cinéfilos e estudantes de cinema, mas também para toda a sociedade.


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