O que um diretor de cinema com liberdade pode fazer é
notável, na maioria das vezes, as obras primas são criadas quando o realizador
consegue executar todo o seu plano sem nenhum tipo de impedimento, mas, claro,
é necessário ter talento para um filme se tornar inesquecível.
1972, Ingmar Bergman, já bem-sucedido e premiado, lança
“Gritos e Sussurros”, um filme que conta a história de Agnes (Harriet
Andersson), uma mulher com câncer, que está de cama na propriedade rural da
família. Lá, ela está sob os cuidados de suas irmãs Maria (Liv Ullmann) e Karin
(Ingrid Thulin) e da empregada Anna (Kari Sylwan), todas tem uma relação
diferente com a mulher em questão.

