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4/27/2026 04:35:00 PM

Cinema e a enganação – Michael Jackson’s Thriller (1983)

 Cinema e a enganação – Michael Jackson’s Thriller (1983)
Imagem: DIVULGAÇÃO 

Quando vemos um filme, pensamos no que ele nos faz sentir, mesmo que nós não saibamos disso, o fazemos de maneira inconsciente e assim definimos se gostamos ou não daquilo que acabamos de ver naquele curto intervalo de tempo, se aquilo nos entreteve de alguma forma ou se nos levou a algum lugar que não sabíamos onde era dentro de nós mesmos. 

Mas e quando um filme está dentro de um filme que, por sua vez, está dentro de outro filme? Antes de Wes Craven e a sua franquia “Pânico”, tivemos John Landis, que em 13 minutos (quase 14), fez de “Thriller”, música mais conhecida de Michael Jackson, se tornar um curta que entretém ao mesmo tempo em que engana o público. 

3/14/2019 05:41:00 PM

Análise: O uso do vermelho em "Gritos e Sussurros" (1973)

Análise: O uso do vermelho em "Gritos e Sussurros" (1973)
Gritos e Sussurros


O que um diretor de cinema com liberdade pode fazer é notável, na maioria das vezes, as obras primas são criadas quando o realizador consegue executar todo o seu plano sem nenhum tipo de impedimento, mas, claro, é necessário ter talento para um filme se tornar inesquecível.

1972, Ingmar Bergman, já bem-sucedido e premiado, lança “Gritos e Sussurros”, um filme que conta a história de Agnes (Harriet Andersson), uma mulher com câncer, que está de cama na propriedade rural da família. Lá, ela está sob os cuidados de suas irmãs Maria (Liv Ullmann) e Karin (Ingrid Thulin) e da empregada Anna (Kari Sylwan), todas tem uma relação diferente com a mulher em questão.

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