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2/14/2019 12:00:00 AM

Crítica: Mirai

Crítica: Mirai
Mirai
Imagem: DIVULGAÇÃO
Mirai, em japonês é a palavra para futuro, como o filme de mesmo nome deixa claro logo no começo da projeção, não por dizer de fato a tradução literal da palavra (o que fará posteriormente), mas por apresentar uma série de fatos que mostram como o passado constrói o nosso futuro.

Dirigido por Mamoru Hosoda, a obra usa Kun, o menino de uns 5 anos, que tem que lidar com o nascimento de sua irmã, Mirai e com a inevitável divisão que ele é obrigado a fazer, principalmente de seus pais. Ao revelar seus sentimentos para eles e ir brincar no jardim, ele entra em um mundo de viagem no tempo, onde sua irmã no futuro e outros membros de sua família falam e mostram coisas para o menino, com o objetivo de ensinar algo a ele.

1/04/2019 01:30:00 PM

Crítica: Wifi Ralph - Quebrando a Internet

Crítica: Wifi Ralph - Quebrando a Internet
Wifi Ralph - Quebrando a Internet
Imagem: Disney / DIVULGAÇÃO
Após “Detona Ralph” (2012) ser lançado e com o tipo de história que o filme apresenta, fechando os seus arcos durante as 1h50 de projeção, foi surpreendente quando anunciaram a sequência. “Wifi Ralph: Quebrando a Internet” é dirigido por Rich Moore (diretor do primeiro filme) e Phil Johnston (roteirista do primeiro filme) e coloca os personagens Ralph (John C.Reilly) e Vanellope (Sarah Silverman), no mundo da internet.

Tudo isso porque “Sugar Rush”, o jogo que Vanellope faz parte e o ponto principal da primeira obra, corre o risco de ser desligado, já que o volante da máquina quebrou. Assim, os dois amigos vão para a internet recém instalada no fliperama, para comprar um novo volante e conseguir salvar o jogo.

8/06/2018 01:29:00 AM

Crítica: Os Incríveis 2

Crítica: Os Incríveis 2
Os Incríveis 2
Imagem: Disney / Buena Vista / DIVULGAÇÃO

Em 2004, quando “Os Incríveis” foi um grande sucesso nas bilheterias de todo o mundo, o filme apresentado é uma obra de heróis, obrigados a viver escondidos e a não interferirem na segurança da sociedade. A obra conquistou por ser divertida ao mesmo tempo em que serviu para mostrar que é possível fazer filmes de heróis, cada vez mais negligenciados, de uma forma boa e sem maneirismos comuns.

Brad Bird volta a direção de “Os Incríveis”, dessa vez com sua sequência, 14 anos depois do sucesso do primeiro filme, “Os Incríveis 2” é ambientado logo onde o antecessor acabou, ou seja, quando o Escavador invade a cidade, apesar disso, a história é sobre um magnata que quer a volta da legalidade para os heróis, com esse objetivo, ele contata a Mulher Elástica, o Sr.Incrível e o Gelado, contrata os serviços da moça para enfrentar o Hipnotizador, enquanto isso, Sr.Incrível cuida dos filhos.

7/23/2018 01:05:00 PM

Crítica: Isle of Dogs

Crítica: Isle of Dogs
Isle of Dogs
Imagem: Fox Film do Brasil / Divulgação

Wes Anderson é um diretor que tem um estilo próprio de direção. As características dele, felizmente, não são excêntricas e fazem bem a arte. Elas se misturam com a técnica necessária para fazer um bom filme, a simetria (principalmente a central), uso inteligente de cor, estruturação com base nos movimentos de câmera e história envolvente.

Um grande exemplo disso é o novo filme dirigido por ele, “Isle of Dogs” é uma obra que contem todos os aspectos de estilo citados acima e acrescenta os detalhes próprios de uma animação. A história apesar de séria, é tratada e ritmada de maneira leve, com personagens que conquistam o público, seja por sua doçura ou por seu pessimismo.

2/17/2018 12:34:00 AM

Crítica: Com amor, Van Gogh

Crítica: Com amor, Van Gogh
Com amor, Van Gogh
Imagem: Europa Filmes / Divulgação

Não é à toa que o pintor Vincent Van Gogh, é considerado o pai da arte moderna. Graças a seu estilo de desenho e pintura, a sua habilidade em descrever sentimentos, sensações e de contar histórias através de suas obras faz dele um dos mais brilhantes (senão o mais brilhante) pintores já existentes.

Com um estilo de pinceladas não ortodoxo (como a maioria dos grandes pintores), é muito difícil copiar seus traços, o jeito de dispor a cor e a forma de fazer naturezas mortas se tornarem vivas, mais vivas na tela do que na vida real.

Sabendo disso, o que “Com Amor, Van Gogh” faz tecnicamente é brilhante, pois todo o filme, cada quadro foi pintado por uma equipe partindo dos quadros de Van Gogh, ou seja, a obra é uma animação com base nas várias pinturas, nas quase 900 pintadas por ele, sendo a maioria nos últimos dois anos de sua vida.


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